...este é o carregamento que eu já encomendei e que chega em breve...
...são elas as tão cobiçadas laranjas do Chipre que dão andamento......se não acreditam, por favor perguntem a uns tais triatletas russos do circuito ITU!!
Triathlons, running, adventures, travelling, food & wine and good times....
Denis Menchov ganha o contra-relógio e assume a liderança. À entrada para a segunda metade do Giro, tudo ainda por decidir.
12ª Etapa - Denis Menchov é o grande vencedor do contra-relógio fazendo o melhor tempo em todos os parciais. Danilo cai para segundo mas mantém-se na luta. Leipheimer muito perto.
Contra-relógio duro e sinuoso, muito longo. Mais de 60 quilómetros que por certo iriam "baralhar" a geral no Giro. Danilo Di Luca partia com 80 segundos de vantagem sobre Denis Menchov. Um pouco mais sobre Levi Leipheimer.
Após a primeira das duas subidas do dia, a mais longa, com cerca de 14 quilómetros, mas também a menos íngreme, Di Luca mantinha-se na frente da geral. Menchov vinha a fazer o melhor tempo, mas Di Luca perdia apenas 46 segundos. Leipheimer fazia o segundo tempo nesse parcial e perdia também tempo para o Russo.
No segundo ponto de cronometragem, tudo dava a sensação de se manter igual. Após uma subida e uma descida técnica, Manchov continuava a ser o mais rápido, perdendo até alguma da vantagem que tinha sobre Di Luca. A Camisola Rosa mantinha-se no italiano e dava a sensação de que Di Luca poderia mesmo sair de Cinque Terre ainda como líder, algo acerca do qual o próprio tinha algumas reservas alguns dias antes. 43 segundos separava Danilo do tempo de Menchov.
Mas, a segunda subida do dia sera definitiva. O Passo di Termini, com 6% de inclinação durante mais de 8 quilómetros acabaria por fazer a diferença, tal como a maioria dos analistas haviam previsto. No alto da subida uma desilusão para Di Luca: em 8 quilómetros apenas perdera quase 1 minuto e estava já a mais de 1,40 do melhor tempo do ciclista da Rabobank! Leipheimer mantinha-se perto de Menchov, a cerca de meio minuto, mas sem nunca dar a sensação de poder recuperar muito a ponto de alcançar a vitória.
Os tempos finais não seriam muito diferentes dos registados no alto do Passo di Termine. Di Luca practicamente não perderia mais tempo para Menchov e Leipheimer conseguiria mesmo recuperar alguns segundos.
Armstrong esteve longe do melhor, mas não comprometeu. O Americano subiu para 12º na geral.
Etapa 12
1 Denis Menchov (Rus) Rabobank 1.34.29 (38.483 km/h)
2 Levi Leipheimer (USA) Astana 0.20
3 Stefano Garzelli (Ita) Acqua & Sapone - Caffe Mokambo 1.03
4 Janez Brajkovic (Slo) Astana 1.14
5 Franco Pellizotti (Ita) Liquigas 1.27
6 Danilo Di Luca (Ita) LPR Brakes - Farnese Vini 1.54
7 Bradley Wiggins (GBr) Garmin - Slipstream 1.59
8 Gabriele Bosisio (Ita) LPR Brakes - Farnese Vini 2.04
9 Jose Serpa (Col) Serramenti PVC Diquigiovanni-Androni Giocattoli 2.13
10 Marzio Bruseghin (Ita) Lampre - N.G.C. 2.17
11 Ivan Basso (Ita) Liquigas
12 Carlos Sastre (Spa) Cervelo Test Team 2.18
13 Lance Armstrong (USA) Astana 2.26
14 Michael Rogers (Aus) Team Columbia - Highroad 2.46
15 Giovanni Visconti (Ita) ISD 2.48
Class Geral
1 Denis Menchov (Rus) Rabobank 50.27.17
2 Danilo Di Luca (Ita) LPR Brakes - Farnese Vini 0.34
3 Levi Leipheimer (USA) Astana 0.40
4 Franco Pellizotti (Ita) Liquigas 2.00
5 Carlos Sastre (Spa) Cervelo Test Team 2.52
6 Michael Rogers (Aus) Team Columbia - Highroad 2.59
7 Ivan Basso (Ita) Liquigas 3.00
8 Gilberto Simoni (Ita) Serramenti PVC Diquigiovanni-Androni Giocattoli 4.38
9 Marzio Bruseghin (Ita) Lampre - N.G.C. 5.26
10 Thomas Lövkvist (Swe) Team Columbia - Highroad 5.53
11 David Arroyo (Spa) Caisse d'Epargne 5.55
12 Lance Armstrong (USA) Astana 6.34
13 Tadej Valjavec (Slo) AG2R La Mondiale 6.42
14 Yaroslav Popovych (Ukr) Astana 7.11
15 Stefano Garzelli (Ita) Acqua & Sapone - Caffe Mokambo 7.15

Cavendish outra vez! Quinta vitória da Team Columbia. Di Luca mantém a Camisola Rosa à entrada do contra-relógio decisivo.
11ª Etapa - Uma tirada sem grande interesse, se excluirmos a fase final. Uma fuga longa de um ciclista isolado não foi suficiente para colocar dúvidas quanto ao desfecho da etapa do dia, propícia a um sprint.
A FUGA
Cedo se viu que o esforço de Vladimir Isaichev, da Xacobeo, não iria levar a nada. Chegou a ter cerca de 8 minutos de vantagem, mas o trabalho intensivo da LPR viria a reduzir drasticamente a vantagem durante os últimos 50 quilómetros de etapa.
Uma vez alcançado Isaichev pouco mais houve a assinalar antes do sprint final. Na única contagem de montanha viu-se a Astana a liderar, impondo um ritmo vivo para evitar surpresas numa descida algo sinuosa já muito perto da meta e que poderia levar a alguns corte no pelotão.
O COMBÓIO
Chegados os últimos 7 quilómetros - planos - o pelotãp seguia compacto e alongado. Ainda assim, rapidamente as equipas da Garmin e da Columbia conseguiram colocar os seus homens fortes na frente. A Columbia formou então o seu combóio amarelo e entregou de bandeja mais uma vitória a Mark Cavendish. Farrar da garmin fez segundo. Petacchi chegou em terceiro.
Amanhã: dia de contra-relógio duro e sinuoso. &0 quilómetros que podem decidir o Giro (ou não...).
Etapa 11
1 Mark Cavendish (GBr) Team Columbia - Highroad
2 Tyler Farrar (USA) Garmin - Slipstream
3 Alessandro Petacchi (Ita) LPR Brakes - Farnese Vini
Class Geral
Danilo Di Luca lidera com 1.20 sobre Denis Menchov
http://www.steephill.tv/giro-d-italia/

I am saddened to relay that Steve Larsen of Bend, passed away last night from a heart attack suffered during a running workout. We have lost a wonderful and selfless member of our cycling community. The two-time national NORBA champion in mountain biking, a dominant triathlete, a road cycling teammate of Lance Armstrong in the Motorola days and an Xterra winner was not only a gifted athlete but a father and an all around good guy. You will be sorely missed.


Di Luca caça etapas e bonificações. 2ª vitória no Giro! E já um minuto em bonificações, preciosas para o contra-relógio individual.
10ª Etapa - Etapa interssante com Garzelli a ser protagonista practicamente desde o tiro de partida. Depois de alguma indefinição durante os primeiros quilómetros, Garzelli isolou-se passando na frente as duas contagens de montanha de 1ª categoria que faziam parte da mais longa etapa do Giro Centenário. O italiano da Acqua e Sapone, vencedor do Giro de 2000, chegou quase a líder virtual com mais de 6 minutos de vantagem. Em sua perseguição, alguns grupos com destaque para um trio onde pontificavam dois ISD: Visconti e Gryvko. Mais para trás, outros pequenos grupos que seriam rapidamente alcançados pelo pelotão, assim que a LPR, primeiro – ainda na subida para Sestriere -, e a Liquigas, depois – à entrada da última contagem do dia, já após Sestriere, a 20 kms da meta -, se decidiram a aumentar o ritmo. Na derradeira subida do dia, Garzelli e os dois ISD (que entretanto haviam alcançado Garzelli) tinham menos de 2 minutos de vantagem e acabariam por ser apanhados após forte ataque de Franco Pelizzotti (Liq).
CLUBE RESTRITO
A partir daqui a etapa estava em discussão. Na frente restavam apenas os membros do clube dos mais fortes. O pelotão estava desfeito e havia vários grupos a poucos segundos de Pelizzotti. Num deles seguiam Di Luca (LPR), Sastre (Cer), Menchov (Rab) e Arroyo (CE). Num outro grupo, a alguns segundos vinham Leipheimer (Ast), Rogers (Col) e Basso (Liq).
PINK PANTHER AO ATAQUE
Foi já na descida que Di Luca alcançou Pelizzotti. Uma descida sinuosa na qual o ciclista da Liquigas se conteve muito a ponto de rapidamente ter sido ultrapassado (e deixado para trás) por Di Luca que acabaria por vencer a etapa com 10 segundos de vantagem sobre os mais directos perseguidores. Somados os 20 segundos da bonifição, Di Luca ganha hoje cerca de meio minuto que pode ser crucial para o contra-relógio da etapa 12.
Uma nota para Armstrong que se mostrou hoje em melhor condição que nos dias anteriores. Parece que o americano vai mesmo fazer uma segunda metade do Giro melhor que a primeira, tal como o próprio avisara à partida.
Outra Nota para Lovkvist. O Sueco da Columbia perde o 2º lugar e está agora a mais de 2 minutos de Di Luca. Menchov é segundo.
Etapa 10:
1 Danilo Di Luca (Ita) LPR Brakes - Farnese Vini 6.30.43 (40.234 km/h)
2 Franco Pellizotti (Ita) Liquigas 0.10
3 Denis Menchov (Rus) Rabobank
4 Carlos Sastre (Spa) Cervelo Test Team
5 David Arroyo (Spa) Caisse d'Epargne 0.26
6 Mauricio Soler (Col) Barloworld 0.29
7 Ivan Basso (Ita) Liquigas
8 Levi Leipheimer (USA) Astana
9 Jackson Rodriguez (Ven) Serramenti PVC Diquigiovanni-Androni Giocattoli
10 Michael Rogers (Aus) Team Columbia - Highroad
11 Stefano Garzelli (Ita) Acqua & Sapone - Caffe Mokambo
12 Gilberto Simoni (Ita) Serramenti PVC Diquigiovanni-Androni Giocattoli
13 Lance Armstrong (USA) Astana
14 Michele Scarponi (Ita) Serramenti PVC Diquigiovanni-Androni Giocattoli 0.41
15 Marzio Bruseghin (Ita) Lampre - N.G.C. 0.45
Class Geral:
Danilo Di Luca lidera com 1.29 sobre Denis Menchov
http://www.steephill.tv/giro-d-italia/BOULDER, Colo. — Boulder’s Dave Scott, a six-time Ironman world champion and triathlon coach, was injured Sunday afternoon when he was hit by a car while riding his bike on Wonderland Hill Avenue near Linden Avenue.
Jimmy Archer, who knows Scott and was hiking nearby at the time of the accident, said Scott was conscious and coherent after the accident, but appeared to be in a lot of pain. He said Scott was wearing a helmet.
“The car had a pretty big dent,” Archer said.
Friends said Scott spent Sunday night at Boulder Community Hospital and underwent surgery on his shoulder blade Monday at the Steadman Hawkins Clinics in Vail.
Boulder police spokeswoman Sarah Huntley could not locate an official report of the accident, saying it likely hasn’t been completed yet. She had no information on whether anyone was ticketed.
...é isto que lhes espera com 262 Kms para percorrer com duas contagens de montanha de se lhe tirar o chapéu...
...uma das contagens...
...e mais outra...Stage 10: Cuneo-Pinerolo
Date: Tuesday, 19 May
Distance: 262 km.
Terrain:Mountainous
GC Importance:Potential territory for the climbers to gain time, but a long descent to the finish may neutralize their efforts.
Climbs:
Moncenisio 10.2km, 817m, avg. 8.0%, max. 14%
Sestrière 11.2km, 701m, avg. 6.3%, max. 11%
Pra’ Martino 6.8km, 416m, avg. 6.2%, max. 12%
aqui ficam umas fotos muito interessantes...
...Lance e o "Canibal"...
...Lance e Alonso...
Dia de protesto contra as etapas perigosas. Nas ruas de Milão ganha Cavendish. Tempos neutralizados.
9ª Etapa - A etapa nas ruas de Milão devia ter sido a etapa comemorativa dos 100 anos do Giro. Não deixando de o ser, acabou por ser mais que isso: a etapa do protesto.
O PROTESTO
Desde os primeiros dias desta edição centenária do Giro que os ciclistas se vinham mostrando algo preocupados com a segurança em algumas das estradas escolhidas para o Giro. Finais urbanos, descidas rápidas e perigosas. Lance Armstrong chegou mesmo a dizer que uma corrida de ciclismo não era um Moto GP, em alusão às elevadas velocidades que muitas vezes se registaram em algumas descidas. Ontem, numa dessas descidas caiu Pedro Horrilo. O ciclista espanhol da Rabobank está em estado grave e tem a carreira em risco.
Hoje, o circuito urbano de Milão, junto à Piazza Duomo onde tudo começou há 100 anos, seria propício a quedas, na opinião dos ciclistas. Carros mal estacionados, falta de barreiras para o público, ruas perigosas. Em protesto, os ciclistas decidiram seguir a velocidade reduzida. A situação era estranha e mais estranha ficou quando, à quarta passagem pela meta (11 passagens no total), o pelotão parou. Di Luca, líder da corrida, pediu então o microfone e explicou que o ritmo lento da corrida era, na verdade, um protesto contra as etapas perigosas. A seu lado figuras emblemáticas do pelotão: Voigt, Rogers, Basso e Armstrong.
NEUTRALIZAÇÃO DOS TEMPOS
A ideia do protesto não agradou naturalmente à organização da prova que, no entanto, concordou em fazer uma neutralização dos tempos. Ou seja, a etapa seria corrida, haveria um vencedor, mas não haveria tomada de tempos. O mesmo é dizer que quem não quisesse estar na luta final pelo sprint poderia afastar-se evitando assim os perigos que muitas vezes se correm quando se segue a velocidades elevadas em circuitos citadinos.
VITÓRIA DE CAVENDISH
Chegada a última volta do circuito de Milão eram apenas quarenta os ciclistas na frente da corrida. Duas equipas tentavam levar so seus sprinters a vitória. A Garmin de Tyler Farrar e a Columbia de Cavendish. Notava-se a quase ausencia da LPR que deixou Petacchi à sua sorte.
Na recta final Cavendish acabou por ser mais forte. A luta quase pouco existiu com Farrar e Davies a ficarem a mais de um comprimento do Britânico. Petacchi seria quinto desinteressando-se pelo sprint ainda a 50 metros da meta. Foi a quarta vitória da Team Columbia no Giro de 2009.
HORILLO RECUPERA
Pedro Horillo está a recuperar bem após a queda de 60 metros, ontem. Depois de ter estado em coma induzido, o ciclista espanhol já está novamente consciente mas continua sob prognóstico reservado. Tem fractura exposta do fémur e um pulmão perfurado. A família do ciclista chegou hoje a Itália.
Etapa 9:
1 Mark Cavendish (GBr) Team Columbia - Highroad
2 Allan Davis (Aus) Quick Step
3 Tyler Farrar (USA) Garmin - Slipstream
Class Geral:
Di Luca lidera com 13 segs de vantagem sobre Lovkvist