domingo, 7 de junho de 2009

Hinault! Ganda Mooks que tu és...

Hinault blasts ... well, everyone...

Le Parisien.">
Hinault - seen here clearing the Tour podium of a protester in 2008 - hit out in different ways in Le Parisien

Bernard Hinault never had the reputation of guarding his tongue when he ruled the peloton as the patron. Now 54, it’s obvious some things haven’t changed.

Le Blaireau — the Badger — didn’t hold back when he fielded questions during a presentation this week in Montereau, the starting village of the final stage of the 2009 Tour de France.

The last French winner of the Tour had an opinion on just about everything, and didn’t hold back when it came to criticizing the current state of the French peloton.

“There are champions who become like civil servants when they turn pro. You have to put a knife to their throats to get any results,” Hinault said. “The French earn too much money and don’t make enough effort.”

The French daily Le Parisien published extracts of Hinault’s critiques in its Friday edition.

“The French don’t train," Hinault said. "Nobody taps them in the mouth to get them going. It’s necessary to block their salary and later hand them back the money if they win something.”

On whether the Tour is too hard: “The Tour is not too hard. It is necessary to stop complaining. Cycling is a hard profession, but it’s better than going to the factory. A racer who wins is never paid too much. If you really want to win, you fight until your last breath.”

On Armstrong’s comeback: “I hope he will not be there. Is he afraid of France? Nobody forced him to come, he only has to stay home! He cannot win the Tour. I hope that Contador gives him a beating.”

On doping: “The French have taken as much as the others. What is not normal is that they are not treated in the same manner as other sportsmen.”

On earpieces: “I am against them. It is just a ‘Game Boy’ that has a gigolo attached at the end telling the racer when to take a piss. With Guimard, we studied the map and the wind the morning before the stage.”

On Greg LeMond: “He was a good racer, but not an attacker. He was unable to make tactics by himself. In 1986, I kept my promise to help him win the Tour. Me? I just wanted to have fun!”

sábado, 6 de junho de 2009

Peniche 09


É já este FDS o triatlo de Peniche, que se não me engano é campeonato de "age-groups"...Era bom que o tempo ajudasse



















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Sala no Jamor simula treino em altitude


INSTALAÇÃO FOI INAUGURADA ESTA SEXTA-FEIRA
Luanne at base camp

A recriação de atmosferas com concentração de oxigénio reduzida que permitam aos atletas simular treinos em altitude é o objectivo da primeira sala do género em Portugal inaugurada esta sexta-feira no Centro Desportivo Nacional do Jamor, em Oeiras.

"Não temos em Portugal nenhum local, nenhuma montanha para treino em altitude, logo temos que encontrar outras soluções", disse hoje o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, na inauguração da nova sala de treino em altitude, que permite simular atmosferas até aos oito mil metros de altitude.

Desse modo, Laurentino Dias sublinhou que se trata de "uma sala onde se pode recriar um ambiente de altitude e onde os atletas das diversas modalidades que tenham esta componente de treino em altitude podem ir, trabalhando com os serviços do Instituto de Desporto e sabendo a todo o momento as condições físicas em que se encontram e poderem apurá-las para as grandes competições".

Os alpinistas Daniela Teixeira e Paulo Roxo, que se preparam para partir para o Paquistão e tentar escalar uma montanha da cordilheira do Caracórum com cerca de oito mil metros de altitude, confessaram que uma sala como a que hoje foi inaugurada, e que só estará disponível para os atletas a partir da próxima segunda-feira, teria sido bastante útil para a sua preparação.

"Penso que esta sala é fundamental e que nos pode ajudar bastante ao nível do treino, especialmente a priori, pode dar-nos uma grande ajuda ao nível da aclimatação. Podemos sair para uma expedição já com uma aclimatização prévia, optimizando assim as nossas oportunidades de sucesso", declarou Daniela Teixeira.

Paulo Roxo pensa que "a importância maior seja ao nível do treino de resistência" e "ao nível da aclimatação prévia", porque "muitas vezes os campos base das montanhas de oito mil metros estão situados já bastante alto e para isso é necessária uma prévia aclimatação".

Para testar a exposição a este tipo de atmosfera e permitir uma maior habituação às condições fisiológicas criadas, vai ser possível passar largos períodos na sala de treino em altitude, e inclusive, pernoitar no espaço.

O presidente do Instituto do Desporto de Portugal (IDP), Luís Sardinha, disse à Lusa que a sala poderá vir a receber entre 50 a 100 atletas por ano, portugueses e estrangeiros, que queiram usufruir do espaço que "permite recriar diferentes atmosferas de diferentes altitudes desde o nível do mar até aos oito mil metros".

"Hoje está bem documentado que, quando existe uma exposição, nomeadamente a partir dos 1500/2000 metros, decorrem algumas adaptações fisiológicas que são relevantes para algumas modalidades desportivas em que existam essencialmente actividades de longa duração. É um grande contributo para atletas do atletismo, do triatlo e de muitas outras modalidades", sublinhou Luís Sardinha.

Quanto ao custo nesta sala o presidente do IDP referiu que o grosso do investimento, cerca de 60 mil euros, foi aplicado no dispositivo que permite simular as condições de concentração de oxigénio em diferentes altitudes.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Material novo e ao que parece muito bom e relativamente leve...


Stealth Evo clip-on Simon Whitfield

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  • Monocogue carbon lightweight and aerodynamic design
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Astana ainda não resolveu o problema financeiro...


Bruyneel says Astana’s finance problems not fixed yet...

BRUSSELS (AP)—The leader of Lance Armstrong’s Astana team said Friday its financial crisis had not been solved and that protests against its Kazakh backers would go on during a preparation race for the Tour de France.

Early Friday, Kazakhstan’s cycling federation said it had paid off its debts to Astana, clearing the way for it to take part in the Tour.

“The debt issue has not been solved,” team leader Johan Bruyneel said in a telephone interview with The Associated Press. “The situation has not changed for us since the Giro,” which ended last week.

Kazakh cycling federation deputy chief Nikolai Proskurin said a foreign-based sponsor with commercial operations in the central Asian nation had been found to resolve the team’s cash-flow problems. Proskurin said the sponsor’s identity could not be revealed until the deal had been completed.

“We have no knowledge of such a foreign sponsor,” Bruyneel said.

Bruyneel’s denials left the future of Astana still unclear only one month before the Tour and acerbated the standoff between its riders and the Kazakh backers.

Bruyneel said his team would continue to protest the situation Sunday at the start of the Dauphine Libere preparation race in France. The missed payments to the team forced Armstrong and seven other team members to protest by wearing jerseys with the sponsor names faded out in the Giro.

“We will continue with that sort of protest,” Bruyneel said.

Proskurin said he was unable to give exact figures, but said Astana’s annual budget amounts to around $21.3 million.

The International Cycling Union had threatened to withdraw Astana’s racing license after riders went unpaid for two months, but earlier this week cleared the team to race after it guaranteed its immediate finances.

Even if the financial issue with the UCI has been cleared, Bruyneel insisted the problems with the team on payments were far from fully cleared up.

“I hope everything will be fixed in the coming days and weeks,” he said.

Astana receives most of its financial support from Kazakh state holding company Samruk-Kazyna, but the country’s economy has been badly hit by the global financial crisis.

Beyond the Dauphine Libere, Astana intends to ride in the Tour of Switzerland ahead of the start of the Tour de France, which begins July 4 in Monaco.

Campo de Golfe no Estádio Nacional- Petição


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Destinatário: Secretário de Estado da Juventude e Desportos

Campo de Golfe no Estádio Nacional

O Instituto de Desporto de Portugal (IDP), em parceria com o Instituto de Turismo de Portugal e a Federação Portuguesa de Golfe preparam-se para implantar um campo de golfe de 18 buracos nos terrenos do Estádio Nacional, que hoje são de acesso livre. O campo de golfe vai ocupar uma área de 22 hectares e o custo de construção previsto é de 6 milhões de euros!

As poucas informações existentes indicam que a população em geral deixará de ter acesso a esses terrenos (mais de metade da zona de vale). Incluem a actual pista de corta-mato (que vai desaparecer) e ficarão vedados a toda a volta. Está ainda prevista a construção dum depósito de água em plena mata do Estádio Nacional, com o consequente corte de árvores que, aliás, já começou e está à vista de toda a gente.

A implantação dum campo de golfe nos terrenos do Estádio Nacional tem ainda graves impactos ambientais em termos de consumo de água, destruição do coberto vegetal natural, perturbação da fauna local e construção em leito de cheia, mesmo assumindo que a dispersão de herbicidas e pesticidas no ambiente ficaria salvaguardada.

Não é verdade que não existam campos de golfe públicos em Portugal, existem cerca de 70 onde qualquer pessoa pode jogar. Não existem é muitos campos de golfe pagos com o dinheiro do Estado (dos nossos impostos), nem parece que façam falta, quando se sabe que existem cerca de 20 campos de golfe, só na região de Lisboa, e que nada impediria a celebração de protocolos entre o Estado e alguns desses campos para promover o ensino de golfe.

Por tudo isso, a população e os utilizadores do Estádio Nacional estão frontalmente contra o projecto de implantação de um campo de golfe nos terrenos do Complexo do Estádio Nacional e pedem que este projecto seja cancelado e que as obras em curso parem imediatamente.

http://amigosestadionacional.blogspot.com

Os Peticionários

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http://amigosestadionacional.blogspot.com/

Noticias do dia em jornais...





Governo investe 14,6 milhões

AUMENTO DE 4,3% EM RELAÇÃO A PEQUIM


O Estado português vai financiar o programa de preparação olímpica para Londres'2012 e esperanças olímpicas 2016 em 14,6 milhões de euros, mais 4,3 por cento em relação à verba destinada para Pequim, em 2008.

O contrato-programa entre o Instituto do Desporto de Portugal (IDP) e o Comité Olímpico de Portugal (COP) foi hoje assinado em Oeiras, sob a "supervisão" do ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, e do secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias. Numa cerimónia, que teve lugar junto à Tribuna de Honra do Estádio Nacional, no Jamor, e à qual compareceram muitos dirigentes desportivos, coube a Luís Sardinha, presidente do IDP, e a Vicente Moura, presidente do COP, formalizarem o contrato.

Em relação a Pequim, onde Portugal conquistou duas medalhas - Nelson Évora no triplo salto (ouro) e Vanessa Fernandes no triatlo (prata) -, não se projetaram títulos, mas apenas o reforço de verbas. Os 14,6 milhões de euros agora contratualizados dividem-se em vários segmentos: Jogos Olímpicos Londres'2012 - 10,4 milhões de euros, Projecto Esperanças Olímpicas - 2,6, Projecto de Apoio Complementar (1) e Gestão do Programa - 600.000 euros.

Vicente Moura: «Condições são as melhores de sempre»
De acordo com Vicente Moura, existe um "significativo acréscimo" em relação aos Jogos de Pequim de mais de um milhão de euros, tendo em conta que a verba exclusiva para os Jogos na China rondava os nove milhões e agora é de 10,4. "Considero-me bastante satisfeito, quer pelo volume financeiro (14,6), com um aumento significativo em relação a Pequim, quer pelo documento, onde o contrato e os anexos contemplam todas as contradições e eliminam pontos do contrato anterior que eram menos adequados", disse o presidente do COP.

O dirigente falou em "objetivos estratégicos" e evitou falar em objetivos operacionais, dizendo que estes seriam da responsabilização directa das federações, que deverão indicar os seus objetivos. "Desta vez a coisa vai ser mais democrática e serão as federações a definir os seus próprios objetivos", referiu o comandante, explicando que em Pequim foi muito criticado por ter apontado metas e resultados. Vicente Moura lembrou ainda que em Pequim, devido ao rigor do COP, foram executados 13,6 milhões de euros, abaixo dos 14 milhões recebidos, e que agora tem mais um milhão de euros, o que foi possível pela confiança do governo.

"Pela primeira vez está-se a trabalhar a oito anos de distância e vamos dispor de centros de alto rendimento por todo o país. Isso é responsabilizante, mas tenho de afirmar que as condições de preparação são as melhores de sempre no desporto em Portugal", acrescentou.

Pedro Silva Pereira: «Contrato superior»
Do lado do governo, Pedro Silva Pereira salientou o "reforço do investimento financeiro", que cresce 4,3 por cento, e o aumento das bolsas de atletas e treinadores, em mais 10 por cento. O ministro disse ainda que este contrato tem mais "seletividade" nos apoios, mas que se destina a garantir as condições mínimas necessárias para a participação olímpica, sem fixar medalhas, por considerar esta meta contraproducente. "A técnica de fixar em medalhas o número de resultados normalmente é contraproducente, porque funciona como uma pressão, que, por vezes, acaba por prejudicar o alcançar dos resultados", referiu Silva Pereira.

O contrato-programa hoje assinado prevê a atribuição dos 14,6 milhões de euros em quatro anos: 2,2 em 2009, 3,9 em 2010, 4,3 em 2011 e, finalmente, 4,2 em 2012, ano dos Jogos Olímpicos de Londres. Paralelamente a este contrato-programa, o governo tem previsto um investimento de 52,8 milhões na criação de uma rede nacional de centros de alto rendimento e que integra várias modalidades olímpicas. Para Agosto está já prevista a abertura do Centro de Alto Rendimento da Anadia, que acolherá modalidades como o ciclismo, a esgrima, a ginástica, o judo e os trampolins e desportos acrobáticos.

"Reforçámos as condições financeiras, com um contrato superior, mas também porque se articula com investimentos numa rede de centros de alto rendimento e que apoia a preparação dos nossos atletas", frisou o governante.

Armstrong é pai mais uma vez......

Lance Armstrong Becomes a Father Again...


Lance Armstrong Becomes a Father Again | Lance Armstrong

Time to get a child seat for that racing bike.

Lance Armstrong and girlfriend Anna Hansen welcomed a 7 lb., 5 oz, 20-inch-long baby boy named Max, the pro cyclist announced on his Twitter page Thursday night – or, rather, the little guy announced it himself.

"Wassup, world? My name is Max Armstrong and I just arrived. My Mommy is healthy and so am I!" says the post, which includes a photo of the baby in a cap and sticking his tongue out.

In another post, Armstrong includes a photo of the nurse and doctor who helped deliver Max. "They were amazing!!" writes Armstrong.

The seven-time Tour de France winner and cancer survivor, who is making a comeback to pro cycling, announced last December that he and Hansen were expecting their first child together.

He has three children with ex-wife Kristin. The children were conceived through in vitro fertilization with sperm frozen prior to Armstrong undergoing chemotherapy for testicular cancer.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Campeonato Iberoamericano Triatlo 09, Ferrol, Espanha..

Dez convocados para Campeonato Ibero-americano de Triatlo

Conheça os atletas portugueses que foram chamados para a competição a realizar-se em Ferrol, Espanha, a 14 de Junho.










Portugal participa no Campeonato Ibero-americano de Triatlo com quatro raparigas e seis rapazes. São eles:

  • Filipa Ferreira (Alhandra Sporting Clube)
  • Ana Filipa Sampaio (Alhandra Sporting Clube)
  • Joana Marques (Halcon/Spiuk/Olímpico de Oeiras)
  • Mariana Costa (Halcon/Spiuk/Olímpico de Oeiras)

  • João Amorim (Alhandra Sporting Clube)
  • João Serrano (SR Camarnal/Seguros Contacto/Ika/Hilzy)
  • Fabrício Tomás (Alhandra Sporting Clube)
  • Hugo Ventura (Halcon/Spiuk/Olímpico de Oeiras)
  • Pedro Palma (Clube Triatlo Perosinho)
  • Ruben Costa (Sporting Clube Portugal)

Pela segunda vez, Espanha acolhe o Campeonato Ibero-americano de Triatlo. Primeiro foi em Jaén/Baeza, em 2006, com Anaís Moniz a conquistar a medalha de prata. Este ano, será Ferrol, a 14 de Junho, a receber a competição, pontuável para o ranking mundial. As provas (masculina e feminina) efectuam-se na distância olímpica:

  • 1500 metros de natação (duas voltas)
  • 40 quilómetros de ciclismo (seis voltas)
  • 10 quilómetros de corrida (quatro voltas)

A concentração da comitiva portuguesa está agendada para o dia 12 do mês indicado.

Mais informações sobre Campeonato Ibero-americano de Triatlo disponíveis no sítio

http://www.iberoamericanatriatlon.org/

Mais um acidente com triatleta na Inglaterra...

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Stannard involved in high speed crash

Riding a bike for a living, or for that matter as a hobby, can be risky business. Few riders escape without experiencing some kind of accident, and although quite often cars aren't involved there does seem to be an increasing number of accidents where they are.

Richard Stannard has been reasonably lucky during his 12-year triathlon career, that was up until yesterday afternoon. Whilst out on a training ride Richard was hit at nearly 50mph by a reckless driver. Thankfully, Tri247 can report that although his injuries are serious he will make a full recovery. Nevertheless Richard said it's unlikely that he will race again this season due to the injuries he sustained in the accident. This will be a massive blow to him as he also missed the end of last season due to a serious chest infection.

Tri247 spoke to Richard this morning, "I have a shattered wrist, but I know I'm very lucky as it could have been so much worse. All I remember of the accident is being catapulted into the air and landing very hard on the tarmac. Lying next to me was my brand new sponsored Ribble bike broken in two." Richard, who was just two weeks away from attempting to win the Nokia Windsor Triathlon for a third consecutive year, continued with this advice, "Although the accident wasn't my fault; I urge all riders to be extra vigilant when out training on the roads; and always to wear a helmet. At the moment I'm still in shock, but I'm quite aware that I was probably seconds or metres away from a far worse outcome."